Observações:
- Nestes tipos de edificações, não é obrigatório, que todos os elementos da legenda estejam presentes.
-E ainda podem ser adicionados outros elementos, como:
Um local
para manter os tesouros, isto é, relíquias ou preciosos acessórios celebração
(vestuário, cálices e mitras).
Uma pequena baía em frente da nave, usados como entrada chamado como nártex.
Uma segunda
linha de corredores (naves laterais) - um segundo cruzeiro como na catedral de Saint
Quentin, em Aisne(França).
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| Catedral de Saint Quentin em Aisne |
Um segundo deambulatório.
Uma
cripta debaixo do coro.
A sacristia.
Capelas
ao longo dos corredores.
- Um ou mais torres é podem ser implantado no início
da nave, perto da entrada ou em cima dela - ou o ângulo entre o transepto e
coro - ou no meio do transepto - uma torre pode acomodar sinos: chama-se, em
seguida, "torre sineira" ou se ele é separado da igreja, "campanário"
- as torres são muitas vezes terminadas em forma de seta.
- O fim do coro é geralmente arredondado, mas há coros cujo fim está a direito.
II - As primeiras construções
As primeiras casas
Assim desde que o homem sai das cavernas, ele constrói
cabanas para protecção contra o tempo.
As cabanas são normalmente feitas de estacas que estão
unidos na parte superior e coberto com peles ou ramos. Ou cabanas têm paredes
de troncos de árvores preso verticalmente no solo, a cobertura oferecida pelos
ramos ou troncos fixados horizontalmente.
Essas barracas são geralmente removíveis, para ser
transportado de acordo com os movimentos (para encontrar novos locais de caça
ou de encontro, ou melhor, pastagens para o gado).
Mas quando instalou-se num lugar precisos, o homem começou a construir casas fixas.
Elas consistem em:
Elas consistem em:
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Ou na vertical, empurrados para o chão (e chamados:
pilhas), em número suficiente para ter espaço, par preencher com barro ou cal
(uma espécie de cimento natural);
- Ou então feitas de terra
(então: adobe), uma espessura significativa, como constituindo o próprio muro
de lama.
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| Construção de muros de adobe |
- Ou de tijolos crus, isto é, simplesmente secos ao
sol (mas eles não são muito duráveis, porque eles não suportam a chuva e deve
ser protegido por seriamente telhado avançado).
- Ou de tijolos burro (cozido).
- Ou de pedras brutas incluindo sílex ou ardósia, em
geral, coladas com cal.
- Ou de por pedras cortadas (que exige mais trabalho
e, portanto, mais caro).
As paredes exteriores têm aberturas (deve ter uma
porta, pelo menos - e janelas), limitadas de tamanho e quantidade, não para diminuir
a resistência da parede. Elas protegem do frio e da chuva.
Estas aberturas tem, na parte superior, um lintel pedra
horizontal:
- Pode ser de madeira (mas, no meio de uma parede de
pedra, lintel não foi considerado gracioso).
- Ou de pedra, em uma única peça - mas as pedras tem uma desvantagem quando são colocadas na horizontal, sobre dois suportes, resistem
menos às cargas verticais (menos flexível) do que a madeira e isto.
Não existia vigas de ferro ou cimento!
| Experiência de resistência do lintel |
Terraços
As coberturas são fornecidas por ramos ou troncos de
árvores colocados na horizontal. Eles são chamados de coberturas planas,
ou simplesmente terraços.
Os edifícios foram limitados pelo comprimento dos troncos
disponíveis para fazer a cobertura. E, quando era utilizada a pedra em vez
de madeira (países onde as florestas são raras, como o Egipto), os comprimentos foram ainda mais reduzidos.
Sem dúvida, poderíamos colocar pilares
intermediários - mas eles ocupavam espaço interior: ver os templos egípcios ou
gregos, onde os pilares são enormes e numerosos.
A cobertura apoia directamente sobre as paredes que elas
apoiam sobre solo: o telhado "transmite para o chão" forças verticais:
Não há esforços oblíquos.
E estes esforços são importantes: para selar as vigas
de cobertura deve ser bastante próximas, e os espaços entre as vigas devem ser
preenchidos com feixes de juncos ou ramos, coberto com argila, ou bem
alvenaria, ou seja, placas seladas com cimento (romanos conheciam o cimento: os
seus edifícios muitas vezes resistiu ao tempo).
Assim, para apoiar as coberturas pesadas, as paredes
devem ser contínuas, e grossas (pelo menos: as aberturas devem permanecer pequenas).
Casas com telhados inclinados
Para facilitar a vedação adequada foi inventado muito cedo
um telhado inclinado, em que a chuva pode deslizar.
Vedação pode ser alcançada por meio de ramos ou de
palha (isso é chamado de restolho hoje), ou pequenas placas de madeira que é
chamado de telhas, ou pedras planas: lousa, xisto ou ardósia que é tipo de
pedra, facilmente quebrável ou telhas de barro (meia cana).
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| Telhado de madeira; |
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| de xisto; |
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| de barro (telhas) |
Por vezes, utilizam-se placas de cobre, ferro, zinco,
plástico, fibrocimento ou chumbo são usados em grandes chapas (liso ou ondulado).
Estruturas do telhado
Telhados inclinados são suportados por uma armação,
sempre em madeira.
Mas esta estrutura transmite uma força inclinada -
porque na sua extremidade inferior, tende a afastar e empurrar as paredes em que
se baseia.
Se colocar-mos um tirante de mesmo comprimento como o de baixo, a metade do comprimento das
vigas, o intervalo é duplicado.
Utiliza-se por vezes uma armação como os cascos dos barcos
incorporando e peças horizontais que fazem dimensionalmente estável. Você
pode encontrar igrejas antigas e cobertas por uma armação marítima.
Em todos os casos, as vigas inclinadas (chamado "perna")
recebem pequenos pedaços de madeira colocados horizontalmente, chamado ripas e
sobre a qual é colocada a cobertura - muitas vezes atravessadas sobre os caibros
inclinados, que, eles próprios, são colocados nas terças que estão na
horizontal, que são eles próprios colocados sobre as vigas ou pernas.
Os telhados
inclinados não permitem ganhar em superfície, no entanto, uma vez que a área de
um decline é maior do que a superfície que cobre o solo (que dizer a sua
projecção). Por contras, ganhamos na facilidade de manutenção:
- Terraço horizontal muitas vezes tem de ser reparado
após chuvas pesadas.
- Telhados inclinados: em
telhados de colmo tem quer manutenção apenas a cada outono e cada primavera,
enchendo os buracos dos pardais, com novo colmo, em telhados com telhas,
substituir aqueles deslocados pelo vento, e substituir os partidos.
III - Igrejas românicas
História e Princípios básicos
A arquitectura românica é o
estilo arquitectónico que surgiu na Europa ocidental, no século IX até o século
XIII, fortemente inspirado na Arquitectura da Roma Antiga e evoluindo para o
estilo gótico por volta do século XII/XIII.
Pequenas capelas e igreja têm normalmente
paredes de madeira (vigas com um recheio entre elas de argila ou cal). Grandes
igrejas e catedrais são geralmente construídas com pedras brutas, por vezes pedra
talhada.
Aqui está um exemplo onde são utilizados três tipos de materiais : silhar (pedra talhada), pedra bruta e madeira(não oferece nenhuma resistência a parede)
O arco de volta perfeita
Para substituir os linteis , foram
inventados, na sua parte superior, os arcos para permitir e ampliar as
aberturas. Não é possível usar pedras brutas, mas sim blocos de pedras talhadas
de forma especial (ver desenho), são montados em um meio círculo - com o
centro, uma pedra chamada chave. Este tipo de arco de meio disco era chamado de arco de volta perfeita
O arco era dividido uniformemente para que as pedras pudessem ser montadas sem que o arco abate-se.
A estrutura pode segurar sem argamassa ou cal porque os elementos são suportados por superfícies paralelas não à deslizamento. Mas na pratica coloca-se um pouco.
O arco cria forças angulares, porque as suas extremidades tende a afastar-se, e fazer cair o conjunto.Para simplificar, o arco pode ser substituído por dois quadrantes, que eles mesmos podem ser substituídos, por dois segmentos que traduzem a força que o arco cria.
Estas forças deveram ser contrariadas se não o arco irá abater.
Elas devem ser contrariada por uma outra força oposta.
Podemos também falar de decomposição de forças. Sabemos que uma força pode ser substituída por outras duas. Neste caso a força obliqua é substituída por uma horizontal e uma vertical.
É mais fácil contrariar as forças decompostas do que a força inclinada:
- A força horizontal, é contrariada por muros ou contrafortes
-A força vertical pode contrariada pelos muros ao lado dos arcos, pelo chão ou por um pilar.
Sabemos que a chave produz dois tipos de força: a
força P (gravitacional) e a F(fricção), cada bloco passa a sua força ao bloco inferior
aumentando assim a tensão no ultimo bloco que não tem resistência suficiente e
acaba por se afastar acabando por fazer cair o arco:
A nave central
Por vezes a economia é limita e os tetos são feitos de
madeira que recebe directamente azulejos (ou outros itens).
Nas primeiras igrejas românicas a maioria das vezes, as
naves tinham um telhado inclinado (não visível do interior da igreja) que era
forrado de madeira horizontal ou por vezes arredondado, (esta já era visível).
Neste caso o teto transmite apenas forças verticais sobre as paredes.
Rapidamente substitui-se os tetos de madeira por pedra, era mais nobre e mais sustentável. Mas em Portugal a maioria das igrejas românicas continua a ter telhados de madeira só em grandes cidades ou em grandes mosteiros é que substituíam o teto de madeira por pedra. Contudo a pedra foi mais utilizada no teto a partir do gótico e barroco.
As igrejas adotaram o princípio do arco de volta
perfeita sobre toda a nave formado então uma metade de um cilindro que é
chamado de "berço" (invertido) .Os romanos já construíram tais
abóbadas.
Este cilindro é uma junção de vários arcos considerados
como arcos adjacentes os quais implicam impulso lateral significativo
Na maioria das vezes estas abóbadas estão dividas por arcos
transversais, que participam na solidificação das abóbadas, e assim permitem aliviar
a abobada e abrir janelas ligeiramente maiores. Estes arcos podem ser
considerados como arcos de suporte (arcos provisórios para a construção da
abóbada permanente).
Algumas naves são cobertas por uma abóbada de pedra (dobro
berço): dois cilindros de mesmas dimensões que se cruzam chamado: abobada de
arestas.
Quando o arco da abobada se separa da nave esta ao
mesmo tempo a elevar-se acabando por se juntar no ponto mais alto aonde os dois
berços se fundem.
Quando o transepto e a nave central se cruzam e elas tem a mesma altura, o local da sua intersecção chama-se cruzeiro. Geralmente
consiste de uma meia esfera invertida em forma de cúpula.
Algumas igrejas têm cúpulas em cada compartimento da
nave.
Se as capelas radiantes ou a capela-mor terminarem em
um arco, a abobada terminará num quarto de esfera.
Raramente encontra-se no cruzeiro uma abobada de
arestas.
As naves laterais
No início do românico estas naves eram cobertas de
madeira, mesmo que a nave central era de pedra. Mas em Portugal raramente se
encontra, porque ou era totalmente (nave central mais a lateral) de madeira ou
de pedra.
Mas rapidamente os telhados de madeira também são substituídos por uma abóbada de berço ou de arestas.
Raramente estas naves são cobertas por um quarto de
cilindro ou meia abobada de berço.
As paredes exteriores
As paredes posteriores suportar o peso da abobada e do
telhado, sobe forças verticais. Elas também podem receber janelas suficientemente
largas.
Mas quando elas sustentam uma abóbada de berço, as
paredes exteriores devem ser:
- contínuas ou conter apenas pequena janelas, porque a
abóbada é em si é bastante pesada e não tem aberturas.
- grossa o suficiente para suportar as forças laterais.
- grossa o suficiente para suportar as forças laterais.
Muitas vezes, a fim de não engrossar as paredes, reforçamos-los
com contrafortes.
Os contrafortes são na maioria das vezes no lado exterior,
mas às vezes estão construídos do lado de dentro. Aparecem como paredes que separam as capelas radiantes elas são mascarados pela decoração, que reduz a impressão
visual de espessura.
Raramente, os contrafortes são construídos deliberadamente dentro das
igrejas.
Nesta maquete de uma igreja em
construção, vê-se a parte interior de um contraforte arredondado da basílica Sant Cecília.
Nota: igrejas românicas construídas inicialmente com
um teto de madeira (horizontal), receberam posteriormente, uma abobada de
pedra, muito mais pesada, e que criou forças laterais: foi preciso então reforçar
as paredes com contrafortes, coluna e tapando as janelas altas.
As paredes eram decoradas com esculturas, que estava
limitada a cornija e a fachada.
As cornijas (canto invertido debaixo das ultimas telhas
do telhado) eram decoradas com arcos cegos, colunas e com cachorradas, estes
podiam servir de suporte para a cornija.
As janelas podiam ser de dois tipos: seteiras, janelas
muito estreitas que serviam para atirar setas (em caso de ataque) ou janelas
abocinadas, janelas mais largas do que as seteiras, mas ainda do mesmo género decorada com arquivoltas e vitrais.
As paredes interiores
Numa observação primaria, mas importante: as naves
laterais, quando existem, servem como contrafortes à nave central. As paredes
entre elas, deve especialmente resistir às forças verticais, e menos as forças
horizontais. E as paredes exteriores servem de contrafortes as naves laterais elas
devem resistir tão bem as forças verticais como horizontais.
Rapidamente apercebemos-nos que podemos talhar as
paredes entre a nave central e as laterais com aberturas pequenas, mas com
muitos arcos. Por vezes existe uma tribuna, ela é um corredor semi-abobadada,
aberta para a nave central com janelas geminadas (duas janelas separadas por
uma coluna), que se destinava apenas para as mulheres que iam sozinhas a homilia.
Os
telhados
A nave central, laterais, coro, etc; de forma bastante
geral, recebe um teto de madeira horizontal, ou uma abobada de pedra. Mas acima
disso à sempre um telhado com a armação de madeira, ela própria coberta com
telhas ou outros materiais. Às vezes o telhado é feito directamente sobre a abobada com pedra. Quase nunca encontrar coberturas planas (terraços), horizontais, exceto em algumas torres, ou, mais raramente, em algumas naves laterais.
Neste modelo, vemos o espaço
entre a abobada e a armação do telhado. Vemos também as estruturas de madeira provisórias para construir a abobada.
Nesta imagem conseguimos ver um pedaço da cúpula de
ogivas juntamente com a armação do telhado:
As naves laterais são cobertas:
- quer por estruturas especiais (uma para a nave central e outra para as laterais).
- ou pelo mesma estrutura.
Aqui podemos ver dois tipos de estrutura diferentes: uma grande para nave central e outra inclinada para a
nave lateral.
Podemos ver que só a uma estrutura do telhado que abriga as três naves.
fachada
A fachada deve resistir a todas as forças, vertical,
horizontal e principalmente longitudinal, estas são oferecidas pelas outras
paredes exteriores e pelas naves laterais existentes. Na prática, se houver aberturas como portas ou janelas próximas da fachada são exercidas mais força
sobre ela e é ainda adicionada se houver aberturas próxima na parede que separa
a nave central da lateral.
Se a janela estiver
suficientemente longe da fachada, o segmento que serve para representar a
tensão que o arco transmite na parede, é suficiente sem que a fachada necessite
de um reforço.
Mas,
se a janela estiver demasiado perto da fachada, e se o segmento de força transpassar a parede da fachada, então esta devera ser reforçada com um
contraforte senão ela cairá.
A fachada é então espessa, e muitas vezes reforçada
por contrafortes.
Se existir as naves laterais, os contrafortes são
tipicamente colocados em continuação das paredes que separam estas.
Na prática, como medida de precaução, as igrejas têm
dois contrafortes em cada canto.
O esquema de um canto com dois
contrafortes e a flecha de resistência que eles transmitem a parede.
Mas também se pode adicionar
as duas forças exercidas pelos contrafortes resultando um só contraforte.
Às vezes os contrafortes tornam-se mais finos quando
estão nas alturas, porque à medida que descem eles acumulam tensão, portanto necessário engrossar os contrafortes para que eles não partam.
A fachada deve ser especialmente reforçada quando elas abrigam os sinos, cujo movimento cria esforços significativos, para além de
outras forças: como o próprio peso, as forças das outras paredes, ventos fortes.
A fachada, nomeadamente a porta é decorada com
arquivoltas simples ou talhadas com caras ou flores, estes se assentam sobre as
colunas adossadas. Os capitéis das colunas estão geralmente decorados com temas animalescos ou agrícolas, quantas mais arquivoltas tiver a igreja mais importante ela é. Sobre a porta esta geralmente um tímpano simples ou ornamentado com o dia do juízo final, cenas bíblicas ou com “trevos” perfurados na pedra.
Outros tipos de arcos
Existem muitos tipos de arcos, como:
Arco de Volta Perfeita
Arco infrapassado
Arco em Ogiva
Arco Tribolado
Arco ultrapassado
Arco Canopial
Arco Tudor
Bibliografia:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ab%C3%B3bada_de_ber%C3%A7o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ab%C3%B3bada_de_aresta
https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%BApula
http://www.edelo.net/roman/archi_poussee.htm
http://pt.slideshare.net/danilosaccomori/detalhamento-de-telhado
http://tvtt1.free.fr/tvtt/hors%20sujet/maison%20bio.htm
http://meioseculodeaprendizagens.blogspot.pt/2012/11/construir-uma-casa-de-troncos.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_de_catedrais_e_grandes_igrejas
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAeXsAA/historia-arquitetura-idade-media-arq-gotica
http://philippe.delmas3.free.fr/html/2.html
http://pt.slideshare.net/sergiosociales/arte-medieval-3419381?qid=a4c39cf8-fec3-43f7-b185-3e1c0a0e3d5d&v=&b=&from_search=7
E muita paciência
Obrigado 😄😄
















































































